quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Veronika decide morrer


                       Livro                                                                                                                         Filme

O livro e o filme conta a história de Veronika, uma jovem eslovena, que não aceita a idéia de viver uma vida sem sentido, decidindo se matar com uma overdose de calmantes. O suicídio fracassa. Veronika é internada em um asilo para loucos. Atendida pelo médico, é informada que não terá mais que sete dias de vida, e provavelmente, morrerá internada. Paulo Coelho inspira-se na sua própria experiência de vida, vivida aos 17 anos, idade em que também esteve internado numa clínica. Já li o livro e assisti o filme, considero que os dois tem uma boa sintonia, porem o livro deixa mais claro os sentimento de Veronika, mas ambos são de boa qualidade e  indico com certeza ...

Pra quem quer Baixar o link é esse:            
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terça-feira, 22 de novembro de 2011

Agenda Cultural

09 de Dezembro  (Colação de Grau Da Escola Novo Mundo Enom)
11 de Dezembro (Abrindo o desfile da comunidade logística local)
17 de Dezembro (Abrindo o 2º encontro de Bandas de Baraúna)
               22 de Dezembro  (Comunidade do Velâme)                                        
        28 de Dezembro (Participando dos festejos da emancipação)                                

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Cia: Arte & Ritmo


*Arte & Ritmo*

A Cia. Arte & Ritmo se aproxima dos seus 3 aninhos de estrada, com uma longa historia de participação dentro dos manifestos culturais do nosso município.
Todos os anos a Cia. integra o currículo anual de comemorações e festejos da cidade respeitando cada data e tema de acordo com o período festivo.  



Esse ano a Cia está trabalhando em cima da temática “Sexismo”, experimentando e descobrindo as possibilidades coreográficas que o tema nos permite. O pot-pourri de hits contemporâneos penetra dentro da mensagem atribuída a coreografia o que nos permitiu mais liberdade e espontaneidade para estudar os movimentos. Sexismo é o termo que se refere ao conjunto de ações e idéias que privilegiam entes de determinado gênero (Para entender mais sobre o tema veja o post) 



Baseada nessa idéia sexista construímos uma historia cênica que retrata o preconceito na atualidade, defendendo a idéia de que o homem e a mulher são seres independentes capazes de exercer ambos os papeis dentro de uma sociedade igualitária e de conceitos abertos. 


Confira um trechinho: 

Reflexo


Procuro alguém com medos e incertezas
Aberto ao confuso e ao refugio.
Alguém que queira participar dessa bagunça,
Que queira fazer dessa ilusão
Fotos rabiscadas, paginas rasgadas, lembranças embriagadas...

Alguém pra viajar comigo pelos sentidos dilatados
Pra poluir meus sonhos de desejos,
Levemente adocicados de inocência.
Alguém pra se entrelaçar comigo
E rolar nos laços das paredes sem pudor....

Alguém que bata a porta e entre,
Não diga nada
Só me olhe como se o ultimo minuto fosse esse
O ponteiro marca “agora”
Quer ouvi nossa musica até o fim...?

Notas de um observador

                                                                               *


b


$

Voltando com tudo e um pouco mais.

Kamasutra


Hu, hu, hu
Hu, hu, hu
Hu, hu, hu
Em que posição?

Frontal, de pé, por trás ou de lado
A hidra às voltas com o dragão
Tesoura, fechadura ou de quatro
Em que posição?

Coqueirinho ajoelhado
Trapézio ou carrinho de mão
Gangorra de cabeça pra baixo
Em que posição?

Ficamos de mãos dadas no improvável caranguejo
Mas foi com a chave de ouro que o namoro começou
No 69 a gente deu nosso primeiro beijo
O que faremos hoje com nosso desejo?
Onde colocar o amor?

O enroscado da trepadeira
Picada de escorpião
Guindaste, tartaruga ou vaqueira
Em que posição?

Fênix na caverna vermelha
Noventa graus de conexão
Carrossel ou chão de estrelas
Em que posição?

Já experimentamos quase o Kama Sutra inteiro
Até contorcionismo a gente às vezes praticou
A borboleta em concha fez você gozar primeiro
Mas no tradicional papai-mamãe
Foi que a gente mais arrebentou

O parafuso, a ponte e o arco
Da rã, do carangueijo ou do cão
Lótus, vai e vem, tiro ao alvo
Em que posição?

Hu, hu, hu
Hu, hu, hu
Hu, hu, hu
Em que posição?

Erasmo Carlos 

A carta

Querido “Eu”
                                                                  
                                                               Meu mundo, 21 de novembro de 2011


                       Faz tempo que estou precisando falar contigo, mas a vida é tão rápida que nessa correria acabei me esquecendo mais uma vez. E como sua disponibilidade é pouca resolvi te mandar uma carta. Como vai? Nunca mais conversamos, você tem andado muito estranho ultimamente, em silêncio. Não vejo mais aquele mesmo sorriso que se multiplicava com os outros, não vejo mais aquele olho incandescente que queimava a vergonha daquele que se aproximavam. É amigo talvez os anos estejam chegando, a maturidade esteja batendo a porta , mas ainda sinto que não é isso... Eu te conhecia. Hoje não! Nem se quer reconheço a pessoa que estou escrevendo, cada dia fica mais difícil te procurar. Porque você não para de fugir?  Todos estão percebendo, as desculpas não fazem mais efeito e cada vez que você fica sem palavra o mundo inteiro te condena por um segundo.
Lembro-me de quando você era criança queria fazer um mundo perfeito. Achava que pelo seu mundo ser imperfeito poderia ajudar os outros a fazer o seu próprio. Hoje ainda é assim!
                        Lembra que quando sua tia brigava você se escondia entre os dois sofás e pedia que o mundo se apagasse? Pedia, pedia até que uma hora a raiva passasse. Apesar de tudo ser diferente, ainda vejo esse garoto que corre e se esconde até que a dor passe. Eu não sei se você sabe mais quando a luz do quarto apaga, eu fico te vendo, deitado, os olhos paralisados, já até vi algumas lagrimas, você pensa que colocando a cara no travesseiro não vou saber que você dormiu de tanto chorar e no outro dia acordou sem nenhum animo se quer. Eu vou te dizer uma coisa, pare com isso, toda vida que a conversávamos te dizia é hora de parar, mas seu coração é teimoso, não escuta ninguém a não ser sua própria voz que fica ecoando nas paredes do seu coração. Olhe eu não quero mais ouvir você dizendo que não agüenta mais, estou aqui pra te ajudar e quando quiser conversar é só parar e ficar em silêncio eu sempre estarei aqui com você.  Garoto besta, você ainda tem medo das mesmas coisas, mas você sabe que uma hora vai passar, tudo, tudo, sempre...

                                                                
                                                                                                                                            
                   Aguardo respostas - Ass:  “eu”   

domingo, 20 de novembro de 2011

...

Rir de tudo é coisa dos tontos, 
mas não rir de 
nada é coisa 
dos estúpidos.  
 (Erasmo)



Sapatos


Qual você usaria?























acredito que a Gaga usaria todos!

Recital de Natal - Mensagem

   Mensagem é um recital que surgiu do projeto Reconstruindo as Relações Familiares em parceria com a Escola Municipal de 1º Grau Manoel de Barros. O espetáculo natalino reflete de forma experimental o ser cidadão, popular e seu natal. Tendo a atuação de crianças e adolescentes com representação, canto e dança. Atuando e contribuindo de forma direta com a construção do espetáculo. As oficinas preparatórias tiveram inicio desde o dia 14 de outubro, ministradas pelos artistas cénicos Jeyzon Leonardo e João Paulo (eu) sob coordenação de Luana Cristina Fernandes Duarte. 







A expectativa é que o espetáculo seja a grande atração dos festejos natalinos e da emancipação no nosso município. Os alunos participantes do pró-jovem da comunidade Juremal estão trabalhando pesado na produção do recital o que nos deixam ansiosos. 




               

    












Chico Buarque

No palco, na praça, no circo, num banco de jardim
Correndo no escuro, pichado no muro
Você vai saber de mim
Mambembe, cigano
Debaixo da ponte
Cantando
Por baixo da terra
Cantando
Na boca do povo
Cantando
Mendigo, malandro, muleque, mulambo bem ou mal
Cantando
Escravo fugido, um louco varrido
Vou fazer meu festival
Mambembe, cigano
Debaixo da ponte
Cantando
Por baixo da terra
Cantando
Na boca do povo
Cantando
Poeta, palhaço, pirata, corisco, errante judeu
Cantando
Dormindo na estrada, no nada, no nada
E esse mundo é todo meu
Mambembe, cigano
Debaixo da ponte
Cantando
Por baixo da terra
Cantando
Na boca do povo
Cantando




Sexismo



Sexismo : Formas de comportamento e ideologias nas quais são atribuídas determinadas disposições e capacidades a indivíduos ou grupos simplesmente por causa do sexo a que pertencem. Trata-se de uma forma de discriminação, que conduz à subalternização, à marginalização ou mesmo à exclusão de pessoas ou grupos com base no seu sexo. Resulta, no fundo, da tendência para estabelecer estereótipos pretensamente fundamentados na Biologia, reflete a forma como o poder é distribuído e quais os grupos com acesso ao discurso definidor de identidades.
De acordo com os estudos sobre as mulheres, desenvolvidos essencialmente ao longo da segunda metade do século XX, no Ocidente, a mulher encontrou-se, ao longo de séculos, na posição de definida e não de definidora. Sendo assim, ter-se-á desenvolvido um discurso que situa o homem (varão) no plano do ser humano por excelência (o que, em muitas línguas ocidentais, se exprime mesmo na utilização da mesma palavra para homem no sentido masculino do termo e homem enquanto ser humano). A alteridade da mulher, que Simone de Beauvoir define como "l'autre" por excelência, parecia constituir uma realidade com necessidade de uma explicação suplementar, uma vez que identificá-la como ser humano é insuficiente, senão mesmo menos adequado, no discurso dominante, androcêntrico. O sexismoconstitui, assim, no Ocidente, a identificação da mulher com a sua biologia (nomeadamente, com a maternidade), estranha ao "ser humano perfeito" - o varão. O discurso cultural, em todas as suas vertentes, foi assim, na perspectiva das críticas do sexismo, marcado por uma "naturalização" da mulher versus uma "racionalização" do homem. A identificação da razão com um princípio superior à natureza conduziu à subalternização da mulher, identificada com esta última. Desta identificação surgiram dois padrões de referência à mulher: um deles, claramente o da associação da mulher à "carne", marcada, no discurso religioso e filosófico ocidental, pela identificação da mulher com a imperfeição, o pecado, o mal, o demônio. Porém, a exaltação da maternidade conduz a uma outra forma de sexismo: a idealização da mulher, a transposição do discurso para a eternização do seu papel de mãe. Esta constituiu o álibi para a exclusão da mulher do mundo "real" (Balzac afirmava que a melhor forma de manter a mulher escravizada era exaltá-la, afastando-a da participação na construção da sociedade). Texto retirado do site:  http://www.dicionarioinformal.com.br/sexismo/